| Mobilização Social |
|
|
|
|
A área de Mobilização Social da REDE TB é coordenada pela Rede Paulista de Controle Social da TB e pelo Fórum de ONGs TB, Estado do Rio de Janeiro. O objetivo geral da área é sensibilizar a sociedade para olhar a tuberculose como doença física e social, estimular a ampliação do programa DOTS (tratamento supervisionado da tuberculose) e do PSF (Programa de Saúde da Família), para maior participação dos Agentes Comunitários de Saúde e lideranças comunitárias locais. Para alcançar esse objetivo, busca-se dar visibilidade às organizações que compõem a área de mobilização, realizando encontros, publicações e capacitações. Outros desafios da área de Mobilização Social da REDE TB são os de levar informações e apoio para afastar o estigma e discriminação dos doentes e ainda atuar para romper com o ciclo de perpetuação da pobreza que a doença acarreta, para que sejam reduzidos drasticamente os casos de doença no Brasil. Tem um efetivo compromisso entre os órgãos de saúde responsáveis por combater a tuberculose, especificamente: PNCT, Programas Estaduais e Municipais de Controle da TB e ainda se relaciona com os Programas HIV/AIDS para o controle da co-infecção TB/HIV-AIDS e a mobilização popular com controle social. As questões referentes ao controle da tuberculose estão intimamente relacionadas ao exercício da cidadania e exigem a participação de toda a sociedade. Para cumprimento dos preceitos contidos na Constituição Federal, a democracia é exercida por meio de representantes eleitos, ou com participação direta dos cidadãos, assim, a mobilização social é fundamental para exigência dos direitos. A área atua para construir uma sociedade civil mais reivindicativa, que pressione o estado e se posicione criticamente em relação a este e frente às pesquisas científicas necessárias para a sociedade. Prevê sua intervenção política pautando a tuberculose nos Conselhos de Saúde, na medida em que é considerado um campo de ação fundamental, essa participação nos espaços de formulação e controle das políticas, com vistas à universalização do acesso aos direitos. Situação pretendida: (I) Fortalecimento das organizações não-governamentais (ONGs) de base comunitária, que atuam na área da promoção da saúde para o controle social da TB; (II) Instrumentalização e capacitação técnica/política das ONGs TB, para uma efetiva participação em instâncias formadoras e deliberativas de políticas públicas, tais como conselhos, comissões e conferências de saúde; (III) Fortalecimento das ações de controle social dentro do SUS, Secretarias e Programas nos níveis federal, estadual e municipal; (IV) Representação, defesa (Advocacy) e garantia de acesso ao SUS dos indivíduos e grupos mais vulneráveis a TB, tais como: comunidades empobrecidas, populações de rua, população carcerária, dependentes químicos, profissionais do sexo, pacientes psiquiátricos e portadores do HIV; (V) Humanização do atendimento nos Serviços de Saúde pela sensibilização de gestores e profissionais de saúde; (VI) Promoção de investigação, reflexão, debate e obtenção de conhecimentos e tecnologias sobre a TB, com uma linguagem apropriada aos operadores da área social; (VII) Promoção de articulação, intercâmbio, troca de experiências, habilidades e recursos entre os grupos, lideranças e organizações comunitárias que trabalham com saúde; (VIII) Estímulo à promoção de campanhas de informação, conscientização e educação popular sobre as formas de prevenção, infecção, tratamento e assistência a TB; (IX) Ampliação da estratégia DOTS - tratamento supervisionado da TB junto ao PSF (Programa de Saúde da Família) e ao PACS (Programa de Agentes Comunitários de Saúde); (X) Produção de materiais informativos/educativos, treinamentos, capacitações e publicações em TB; (XI) Formação de agentes multiplicadores de intervenção em TB; (XII) Estímulo à criação de canais de comunicação e participação interativos (central de informações 0800-Alô-TB e um WebSite); (XIII) promoção de seminários, encontros e conferências (municipais, estaduais e nacionais) das ONGs que trabalham com TB; (XIV) Estímulo à criação e atuação de outros Fóruns, Grupos e Redes de mobilização social que tratem do tema da TB; (XV) Mobilizar a REDE TB para participação nos espaços de articulação Nacional contra a TB, como o Fórum Parceria Brasileira pelo Controle da TB, lançado em dezembro de 2004, pelo Ministério da Saúde, para congregar esforços e promover ações conjuntas e articuladas entre o governo e a sociedade civil organizada para o controle da TB. A Parceria é uma representação do Brasil ao Fórum do STOP TB Internacional, de organização da sociedade civil, trabalhando em uníssono com o governo, ONGs e agências internacionais (STOP TB, WHO, IUATB). Metas: |



